Dados preliminares da Secretaria de Obras e Serviços Públicos apontam cerca de 6,7 mil árvores já mapeadas na área urbana. O inventário deverá confirmar esse número, além de identificar as espécies e avaliar as condições de cada exemplar. Segundo o engenheiro florestal Charles Costa Coelho, coordenador da equipe, o levantamento é a primeira etapa para a elaboração do Plano Municipal de Arborização Urbana (PMAU). Cada árvore será analisada individualmente, com o registro de informações sobre sua saúde e as condições em que se encontra. “Cada árvore que tem em área pública, calçada, quarteirão central e praça vai ser avaliada, como se fosse um prontuário médico. A gente vai avaliar a saúde dessa árvore e indicar como deve ser feito o manejo para manter e melhorar a saúde dela”, explica Coelho. As informações coletadas vão servir de base para definir diretrizes técnicas de planejamento da arborização urbana. O inventário também permitirá verificar se a estimativa de 6,7 mil árvores corresponde à realidade atual do município. Ainda não é possível afirmar se Jaraguá do Sul possui uma quantidade suficiente de árvores nas ruas. “Estamos no início do trabalho, mas acreditamos que o município tem potencial para plantar mais árvores. Finalizando o inventário, é que vamos conseguir responder essa pergunta de uma forma concreta”, afirma o engenheiro. O levantamento também vai auxiliar no planejamento da substituição de árvores que chegaram ao fim do ciclo de vida ou que apresentam riscos à população. Conforme Coelho, o manejo precisa considerar tanto o desenvolvimento natural das árvores quanto a segurança em áreas urbanas. “Chega um momento que ela cresce e vai morrer, só que numa cidade, quando tem uma árvore maior, a gente não pode deixar ela cair por uma questão de segurança pública. Então, com critério técnico e manejo, precisamos fazer a substituição”, explica. Participação dos moradores Além do levantamento técnico, a elaboração do Plano Municipal de Arborização Urbana contará com a participação da comunidade.
"“Cada árvore que tem em área pública, calçada, quarteirão central e praça vai ser avaliada, como se fosse um prontuário médico. A gente vai avaliar a saúde dessa árvore e indicar como deve ser feito o manejo para manter e melhorar a saúde dela”, explica Coelho."
"“Estamos no início do trabalho, mas acreditamos que o município tem potencial para plantar mais árvores. Finalizando o inventário, é que vamos conseguir responder essa pergunta de uma forma concreta”, afirma o engenheiro."
"“Chega um momento que ela cresce e vai morrer, só que numa cidade, quando tem uma árvore maior, a gente não pode deixar ela cair por uma questão de segurança pública. Então, com critério técnico e manejo, precisamos fazer a substituição”, explica."


