A reunião contou com representantes das Secretarias de Saúde, de Assistência Social e Habitação e de Educação e foi intermediada pela equipe da Diretoria Captação de Recursos, Escritório de Projetos e Planejamento do Gabinete do Prefeito. O consultor técnico da CNM, Emerson Souto e a representante da Plataforma Êxitos, Tamara Bellé, apresentaram aos secretários e suas equipes as funcionalidades da ferramenta.

Por meio da plataforma os gestores também podem acompanhar em tempo real onde o recurso está sendo executado.

“Sabemos que os recursos repassados pelo governo federal sempre são insuficientes para executar os programas federais, como por exemplo o custeio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), na Educação ou o Serviço de proteção e Atendimento Integral à Familia (PAIF), que nestes casos o Município aporta mais de 80% do custeio total do Programa. Teremos uma visão mais clara sobre a responsabilidade de executar uma determinada política pública e se o programa será realmente viável,” explica o chefe de Gabinete, João Berti.

Segundo o consultor Emerson Souto, a ferramenta facilita a compreensão sobre como as políticas são criadas, os repasses realizados e o impacto financeiro nos orçamentos locais. “É preciso analisar com cuidado quais programas aderir para não onerar ainda mais os cofres municipais”, alertou. Atualmente o Município tem 24 políticas públicas federais que a plataforma Observa monitora, sendo duas na Secretaria da Educação, oito na Saúde, e 14 políticas públicas na Secretaria de Assistência Social.

“Após concluída a inserção dos dados pelas secretarias, conseguiremos ter um quadro geral do montante que o Município tem aportado de recursos próprios, que poderiam estar sendo aplicados em outros investimentos, pois como o programa é federal, seria obrigação do governo aportar os referidos recursos,” finaliza Antônio Carlos da Luz, diretor de Captação de Recursos e Escritório de Projetos.

O Escritório de Projetos vai coordenar os trabalhos, fazendo reuniões periódicas a cada 15 dias, bem como contará com o apoio técnico da CNM durante todo o período de implementação.

"“Sabemos que os recursos repassados pelo governo federal sempre são insuficientes para executar os programas federais, como por exemplo o custeio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), na Educação ou o Serviço de proteção e Atendimento Integral à Familia (PAIF), que nestes casos o Município aporta mais de 80% do custeio total do Programa. Teremos uma visão mais clara sobre a responsabilidade de executar uma determinada política pública e se o programa será realmente viável,” explica o chefe de Gabinete, João Berti."

"“Após concluída a inserção dos dados pelas secretarias, conseguiremos ter um quadro geral do montante que o Município tem aportado de recursos próprios, que poderiam estar sendo aplicados em outros investimentos, pois como o programa é federal, seria obrigação do governo aportar os referidos recursos,” finaliza Antônio Carlos da Luz, diretor de Captação de Recursos e Escritório de Projetos."